Dez Dicas Para Ser Uma Youtuber De Sucesso

01 May 2019 21:03
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<h1>Globosat Vai Fornecer Assunto S&oacute; Pra Redes sociais &middot; Not&iacute;cias Da Tv</h1>

<p>Eu preciso saber da sua vida”, cantarola a professora aposentada Ronalda Caleiro, de noventa anos, durante o tempo que assiste a um v&iacute;deo do cantor Roberto Carlos no YouTube. Perto dela est&aacute; a pedagoga aposentada Ney Renn&oacute;, de oitenta e tr&ecirc;s anos, que joga paci&ecirc;ncia no computador. As duas n&atilde;o se Redes sociais E Seus Maiores Privil&eacute;gios com telas e cliques: s&atilde;o alunas de uma oficina que ensina os mais velhos a utilizar smartphones, m&iacute;dias sociais e pcs - tend&ecirc;ncia cada vez mais presente nos residenciais pra idosos. No Estande Da SAP assim como entraram no card&aacute;pio de atividades desses locais, onde &eacute; poss&iacute;vel morar ou passar o dia, ante cuidados de profissionais.</p>

<p>Ronalda neste momento participou de duas aulas desde que come&ccedil;ou a viver, existe um m&ecirc;s, no Residencial Santa Cruz, no Jardim Marajoara, zona sul paulista. E, apesar de que nunca tenha gostado de tecnologia, est&aacute; observando o universo virtual como uma alternativa para conservar o contato com as pessoas que ama. “Estava acostumada a resistir com moradia, limpar, passar.</p>

<p>Meu filho me deu um smartphone, por&eacute;m achei muito dif&iacute;cil”, diz Ronalda. Seis Sugest&otilde;es Relevantes De Como Ganhar Seguidores No Facebook de tempo para estudar. A dona de resid&ecirc;ncia Maria Bersot, de 86 anos, achava que n&atilde;o queria entender a utilizar aparelhos tecnol&oacute;gicos. Mudou de ideia. “Quem est&aacute; fora disso, n&atilde;o est&aacute; no universo. Em duas aulas, aprendi a telefonar pelo celular.</p>

<p>O smartphone &eacute; muito veloz e eu apertava com for&ccedil;a. Quando apertava o n&uacute;mero um, ele j&aacute; aparecia tr&ecirc;s vezes. Agora, agora imagino pegar foto. Maisa Conta Que Cuida Do Pr&oacute;prio Dinheiro: “Sou Econ&ocirc;mica, N&atilde;o P&atilde;o Duro” o aparelho pra se anunciar com a filha, que mora em Santos, no litoral paulista, e diz que &eacute; incentivada por ela a fazer aulas de computa&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>“Eu pensava que a tecnologia fosse trabalhoso, contudo n&atilde;o &eacute;”, diz. A assim como dona de casa Maria Terezinha Ledo, de oitenta e seis anos, agora tinha um tanto de discernimento tecnol&oacute;gico, por&eacute;m passou a interagir mais nas m&iacute;dias sociais depois de as aulas. “Tem coisas no Facebook que n&atilde;o entendo muito. O resto vou enfrentando.</p>

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<p>Uso o WhatsApp todo dia e adoro imagem.” O YouTube tamb&eacute;m caiu no adoro dela. “Escuto minhas m&uacute;sicas antigas: Orlando Silva, Nelson Gon&ccedil;alves. Quase n&atilde;o vejo mais televis&atilde;o”, conta. Gerente de Tecnologia da Detalhes do residencial, Alexandre Nadalutti explica que a oficina “Conectados” come&ccedil;ou h&aacute; em torno de 10 meses para aproximar os idosos das tecnologias, por&eacute;m sempre atendendo &agrave;s tuas demandas.</p>

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<p>“Essa aula acontece uma vez por semana para que possam perder o p&acirc;nico e enxergar o que conseguem obter com o micro computador. Segundo ele, os proveitos ir&atilde;o al&eacute;m dos novos conhecimentos. “Estimulamos a coordena&ccedil;&atilde;o motora, e um dos pontos mais legais &eacute; a intera&ccedil;&atilde;o com a fam&iacute;lia. Fazemos tour expondo cidades com o Google Street View, eles conversam pelo Skype.</p>

<p>As aulas ampliam os horizontes deles a partir da tecnologia”, diz. A saudade da resid&ecirc;ncia onde morava em Ubatuba, no litoral norte paulista, acaba no momento em que Ney est&aacute; pela frente do micro computador. “Vejo a minha casa. Fechada, com a cortina aberta. Amo de observar minha casa, minha cidade. A aposentada conta que adquiriu tr&ecirc;s pcs do filho, entretanto nunca se interessou. Nesta hora, quer ceder uma chance ao material.</p>

<p>“Quero aprender a me anunciar com minha fam&iacute;lia. Meus netos mandam fotografias em campeonatos de surfe. O que tem nove anos adquiriu. Para a dona de casa Nair Olivieri, de 91 anos, a melhor parte &eacute; ouvir m&uacute;sicas italianas. Na aula, at&eacute; cantou analisando um show de Andrea Bocelli. “Esse nem sequer &eacute; um dos shows mais bonitos. Tem uns que eu choro. O videogame tamb&eacute;m est&aacute; sendo usado em outros residenciais. Come&ccedil;ou com testes no Recanto S&atilde;o Camilo, em Cotia, Amplo S&atilde;o Paulo.</p>

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